O dinheiro compra tudo dentro da política: ganha aquele que dá mais e não cobra nada; perde quem dá menos e cobra tudo, até lealdade.

Messias Bolsonaro perdeu a reeleição, tendo 59.797.847 milhões de votos; Jorge Messias perdeu as eleições, tendo 35 votos; e Jesus Cristo, se concorresse à Imperador de Roma ou ao Senado romano, também perderia as eleições.
Lula da Silva, ex-operário e socialista, “comprou o Congresso” dando ministérios e empregos aos inimigos políticos. O Congresso comprou seus membros, destinando bilhões em “dinheiro direto em emendas”.
O valor total destinado às emendas parlamentares no Orçamento de 2026 é de R$ 61 bilhões. Esse montante representa um recorde histórico e foi aprovado pelo Congresso Nacional para o ano eleitoral de 2026, sofrendo um veto parcial de apenas R$ 400 milhões pelo Governo Federal em janeiro de 2026.
Até o final de abril de 2026, o governo Lula já empenhou volumes significativos, incluindo um aporte de R$ 12 bilhões apenas em abril para garantir apoio em votações estratégicas, mas foi pouco para a aprovação do nome seu Messias (Jorge) , e também porque não indicou Rodrigo Pacheco (ex-presidente do Senado), da mesma laia de Alcolumbre e Cias.
Já é de conhecimento da Justiça o envolvimento de mais de 80 parlamentares — muitos deles já indiciados — na gestão criminosa de bilhões dessas emendas secretas, junto com prefeitos das bases eleitorais desses parlamentares, mas isto a ignorância de milhões eleitores não compreenderão.
Somado às emendas secretas, há também a expectativa e o temor sobre delações no caso do Banco Master. A Polícia Federal e a Justiça já estão incriminando, além dos parlamentares, governadores da direita, que ajudaram a não aprovar Jorge Messias. Isso foi mais um recado de descontentamento com o governo do Poder Executivo Federal e uma pressão sobre ministros do STF que estiveram jantando com Vorcaro ou voando no avião a jato do Vorcaro.
Lula diz hoje (dia 30 de abril) aos seus mais próximos que indicará outro nome em poucos dias, mas os 42 que negaram o terceiro Messias têm a promessa de Alcolumbre de que ele — não pautará nova sabatina até as eleições, mesmo que seja uma mulher negra.
São muitas mulheres negras no Brasil com competência para serem ministras do STF. Seria uma reparação histórica a aprovação, especialmente porque a única mulher ministra do STF está próxima de se aposentar. Embora o prazo oficial seja 2029, quando completará 75 anos, circulam nos bastidores informações de que a ministra Carmen Lúcia estaria cogitando uma aposentadoria antecipada devido ao desgaste institucional.
De junho até novembro, o Congresso ficará em recesso, e Alcolumbre, assim como deve querer também Rodrigo Pacheco, presidente antes dele e que foi relegado por Lula, sinalizam que não irão sabatinar uma mulher, deixando o STF só com homens — o que seria um desastre nas urnas para esses parlamentares.
Este Congresso, com Alcolumbre presidente, assim como foi com Pacheco, quer proteger seus ladrões de orçamentos secretos e cumplices do escândalo do Banco Master, anistiar seus condenados e manter uma espécie de ditadura do Poder Legislativo.
Se Lula tiver a sabedoria de indicar uma mulher negra, isso seria uma derrota para a direita nas eleições finais deste ano e a vitória na quarta (4ª) reeleição de Lula da Silva para presidente.
Por Guilhobel A. Camargo – Gazeta de Novo


