A guerra do Trump/EUA não é contra o PCC e o CV:Ela é orquestrada pela CIA, que é a “Dama do Xadrez ianque”, cuidando do dólar.

Trump + Flávio são apenas “peões do jogo de xadrez”, do tabuleiro Terra, que protege o TREASURIES.

Flávio Bolsonaro foi o Judas Iscariotes que, após trair o Brasil por R$ 134.000.000,00 (milhões de moedas), cometeu o suicídio político, até que seu nome seja enterrado definitivamente “dentro das urnas” nas eleições do final de 2026. As urnas, que são recipientes fechados destinados a abrigar restos mortais — sejam cinzas ou corpos inteiros — também recebem votos e sepultarão o nome Bolsonaro.

Flávio foi chamado estrategicamente por Marco Rubio (que disputa com J. Vance a sucessão de Trump) para levar o crédito do ato que condenará o Brasil, já sabendo antecipadamente que seria usado o PCC e o CV (“Terroristas Globais Especialmente Designados” (SDGTs) e “Organizações Terroristas Estrangeiras” (FTOs)  para tirar o foco de cima da CIA e atender aos interesses de empresas estabelecidas dentro do território dos EUA.
Rubio fez parte da Comissão de Inteligência do Senado, órgão responsável pela supervisão e fiscalização da CIA e de outras agências de espionagem. Hoje, Rubio é Secretário de Estado dos EUA, chefe da diplomacia americana e do Departamento de Estado. Ele é o arauto das decisões da CIA, para que esta não fique exposta.

Flávio foi usado, assim como há muito tempo é usado Paulo Figueiredo, neto do ex-ditador João Batista Figueiredo, que também foi diretor da ABIN e utilizado pela CIA. Paulo Figueiredo é o suporte da família Bolsonaro — o que poderíamos dizer: um agente da CIA (do departamento de agentes estrangeiros) que circula pelos corredores escuros de Washington DC, ganhando para favorecer grupos econômicos e políticos de brasileiros antipatrióticos.

O ex-juiz Moro, hoje senador e candidato a governador do Paraná, e Deltan Dallagnol, também se submeteram às orientações da CIA e do governo dos EUA para prejudicar a Petrobras em benefício das gigantes do petróleo alinhadas com os interesses norte-americanos.
Foi o caso da Lei Sarbanes-Oxley (SOx), que o ex-juiz Moro ajudou os EUA a aplicar no Brasil (na Petrobras), causando uma multa de US$ 3,8 bilhões (R$ 19 bilhões).
Moro, Dallagnol e Hardt conseguiram que os EUA retornassem 50% desse valor (R$ 9,5 bilhões). Os três montaram uma fundação — DELES PROPRIOS — para administrar a fortuna que consideravam ser dos grupos da Lava Jato (MP, juízes e juízas).
Essa malandragem foi estancada pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que emitiu relatório sugerindo que a conduta de Moro, Deltan e Daniella Hardt poderia configurar crimes como peculato, prevaricação ou corrupção.

Contudo, as punições criminais ou financeiras dependem de processos que tramitam em instâncias do Judiciário comum (como o Supremo Tribunal Federal ou o Tribunal de Contas da União), e não do CNJ.
O ex-juiz Moro, atualmente senador — que nada fez de produtivo no Senado e nunca administrou nada — ainda pretende governar o Paraná.

Muitas mentes mais lúcidas comentam que:
Flávio Bolsonaro, além de ter ido fazer uma selfie ao lado de Trump e ganhar no Brasil o apelido de Judas Iscariotes por ter traído o país, também teria ido aos EUA buscar sua parte dos milhões. Com sua fatia dos R$ 157,1 milhões, certamente comprará uma mansão — igual à que mora o seu irmão Eduardo “Bananinha”, em Southlake (Texas), comprada pelo deputado Mario Frias, do PL.

Milhões também enviados por Vorcaro, que hoje está preso, e os milhões enviados aos EUA por Karina Gama (que controla a entidade “Instituto Conhecer Brasil” (ICB), de São Paulo), cujo valor recebido de contrato — para instalação de internet gratuita na Prefeitura de São Paulo — foi de R$ 157,1 milhões.
Quantia vultuosa de dinheiro, que Karina Gama enviou para a instituição “Go Up Entertainment LLC” (sede em Miami: 3901 NW 79th Ave, Suite 245, Miami, FL 33166), onde ela própria é sócia-administradora, e o deputado Mario Frias está vinculado formalmente a essa estrutura jurídica nos EUA — ele, deputado do PL, partido no Brasil com mais políticos condenados por corrupção e que se diz produtor de cinema.

Lembro aqui que esse partido do Mario Frias (PL) tem dois donos, um deles Waldemar da Costa Neto (que foi condenado e cumpriu pena, assim como Zé Dirceu, no escândalo do Mensalão), que divide o comando do partido com Jair Messias Bolsonaro — condenado a 27 anos, atualmente cumprindo pena de prisão.

Na verdade, se fosse correta — mas que nossa Constituição não permite — a aplicação de “Terroristas Globais Especialmente Designados” (SDGTs) ao PCC e ao CV, também deveriam incluir mais uma organização criminosa, a terceira, a saber:

  • PCC — comandado pelo Marcola, que está preso na Penitenciária Federal de Brasília, cumprindo 300 anos;
  • CV — comandado por Marcinho VP, que está preso na Penitenciária de Campo Grande;
  • É a terceira que faltaria para incluir:
    COMANDO JMB e filhos — liderada por Jair Messias Bolsonaro, que está preso em sua casa em Brasília, mas que, quando passar o “dodói” na garganta, voltará para a PAPUDA para terminar de cumprir sua condenação de 27 anos e três meses.

A decisão do Departamento de Estado dos  EUA, que não foi tomada pelo Trump, mas sempre foi a estratégia ianque, de manter o domínio do mundo com o uso do petrodólar que é a engrenagem central da economia dos EUA.   Começou com a necessidade de proteger o “sistema petrodólar criado em 1974” – criado pelo governo Nixon, e a Arábia Saudita – sendo a CIA o instrumento, a Rainha do “jogo de xadrez”, que no Brasil é chamada de Dama.

Os EUA poderá agora criar decisões financeiras contra o Brasil, bloqueios de valores de empresas, bancos brasileiros que fazem transações em dólares (QUE JÁ CRIOU REVOLTA CONTRA FLAVIO POR BANQUEIROS, TODA A FARIA LIMA DE $, DO AGRO-NEGOCIO, DAS EMPRESAS, DO COMERCIO BRASILEIRO E DO POVO COM A SUPRESÃO DO PIX)  e eliminarem governantes de países como fez:

– no Iraque com a morte de Saddam Hussein no ano de 2006;

– na Líbia com a morte de Muammar Gaddafi  em 2011;

– na Venezuela com a prisão de Nicolas Maduro em 2026;

– no Irã a desde a Queda do Xá Mohammad Reza Pahlavi em1979, um monarca profundamente pró-Ocidente financiado e armado pelos EUA.  Em 1984, os EUA incluíram oficialmente o Irã na lista de Estados Patrocinadores do Terrorismo. O governo americano pune o Irã por armar, treinar e financiar grupos armados e milícias regionais contrários aos interesses ocidentais, como o Hezbollah (no Líbano), o Hamas (na Palestina) e os Houthi (no Iêmen). A CIA está infiltrada a décadas dentro do Irã e atuado na eliminação dos principais líderes do país:
 Aiatolá Ali Khamenei: O Líder Supremo do Irã, que foi morto

– Ali Larijani & Ali Shamkhani: Dois dos mais influentes secretários do Conselho Supremo de Segurança Nacional, mortos

– Esmail Khatib: O Ministro da Inteligência civil do Irã também morto

– General Abdolrahim Mousavi: Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, morto

– General Aziz Nasirzadeh: O Ministro da Defesa do Irã, responsável pela indústria nuclear e de mísseis, morto

– General Mohammad Pakpour: Comandante-em-Chefe da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), morto

– General Esmaeil Qaani: Comandante da Força Quds (braço de operações externas da Guarda Revolucionária), morto

– no Brasil de hoje, com Lula da Silva presidente do país que indicou a ex presidente Dilma Rousself presidente hoje do Banco dos BRICS.  A principal linha de ação defendida por Dilma Rousseff à frente do banco é a desdolarização dos financiamentos. O objetivo estabelecido pelo NBD é de que pelo menos 30% de todos os empréstimos concedidos pelo banco sejam feitos nas moedas locais dos próprios países membros (como o Real, o Renminbi chinês e o Rand sul-africano). Isso reduz diretamente a dependência internacional do dólar para o desenvolvimento de infraestrutura o que causa bilhões de prejuízos para a moeda americana e fragiliza o TREASURIES. 

Hoje 02 de junho de 2026, Marco Rubio acaba de declarar o Brasil como país não amigável aos EUA.

Um país que representa desafios para a política externa norte- americana.

E a China respondeu , pelo Brasil que comprará toda a carne que o Brasil produzir e também outros produtos  

Por Guilhobel A. Camargo Gazeta de Novo 

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