
A “Teoria do Caos”, formalizada no início da década de 1960, tornou-se mundialmente conhecida como o Efeito Borboleta. Esse fenômeno mostra que muitas vezes o que a mente humana percebe como uma confusão imprevisível é, na verdade, um sistema determinístico matemático perfeito, que os computadores conseguem processar desde os primórdios da computação moderna. O cérebro humano busca padrões simples e lineares (causa e efeito diretos). O clima e o universo operam em equações não lineares complexas, onde uma variação equivalente ao bater de asas de uma borboleta pode mudar o curso de uma tempestade semanas depois. Humanos não conseguem calcular essas infinitas microvariáveis de cabeça. O computador não tenta “adivinhar” por intuição; ele apenas processa regras matemáticas exatas de forma repetitiva, algo que os pioneiros da tecnologia perceberam há mais de 50 anos.
O “caos”, portanto, não significa ausência de ordem. Significa apenas que o sistema é tão sensível e detalhado que nossa percepção limitada não consegue acompanhá-lo sem a ajuda de uma máquina.
Antes de ser redefinido pela ciência e pela matemática na década de 1960, a palavra “caos” tinha um significado muito mais sombrio, filosófico e mítico. Ela não representava um sistema complexo com regras ocultas, mas sim a total ausência de ordem, o vazio absoluto ou a confusão generalizada. Na Grécia Antiga, a palavra original “Cháos” (χάος) significava literalmente “fenda”, “vazio” ou “abismo escuro”. Na literatura romana (como nas obras do poeta Ovídio) e em visões teológicas posteriores, o caos passou a ser descrito como uma massa confusa e desorganizada de elementos (terra, água, ar e fogo), todos misturados e brigando entre si, esperando que uma força divina os separasse para criar a ordem.
Assim chegamos ao século XVIII, com a descoberta das Américas, quando a Inglaterra invadiu a América do Norte, roubando terras dos povos indígenas, após conquistar territórios dos holandeses, franceses e espanhóis (México), e não parou mais. Mesmo após a independência, em 1778, com G. Washington, J. Adams, T. Jefferson, J. Madison, J. Monroe (Doutrina Monroe), e depois com Abraham Lincoln, que foi o 16º presidente, até chegarmos a Donald Trump. Um país construído sobre a destruição, a invasão sem respeito às leis e a ocupação de territórios alheios, onde nenhuma lógica impera.
É o CAOS sendo praticado há mais de 248 anos, e que todos nós só conseguimos compreender hoje, pois, ao estudarmos essa prática norte-americana, podemos afirmar que ELES, do Norte da América, não irão parar até dominarem o planeta ou levá-lo à destruição. Fazem isso de forma consciente, orientados pelos “donos” e controladores dos Data Centers instalados em seu território. São, mais do que nunca, os maiores computadores do mundo operando o CAOS, e os homens mais ricos do planeta (Elon Musk, Larry Ellison, Jeff Bezos, Mark Zuckerberg, Larry Page, Sergey Brin, Vanguard Group, BlackRock com seu CEO Satya Nadella, e OpenAI com Sam Altman) — que dominam os atos do mais maluco dos presidentes norte-americanos, deixando-o livre ou orientado até para mudar o nome das IAs para “SUPERINTELIGÊNCIAS”.
Esse é o domínio do “novo” CAOS, um sistema determinístico matemático preciso.
Não é por acaso que os donos das grandes empresas de tecnologia estão transferindo suas residências e comprando propriedades na Patagônia Argentina, preparando-se para a possibilidade de o hemisfério norte da Terra explodir em guerras. Até os maiores centros de suas empresas — com edificações de computadores e barracões de mais de 100.000 m², que consomem mais energia do que todo o Brasil — vão aproveitar os excedentes de energia hidráulica do Paraguai e da Argentina para obter lucros com o CAOS inteligente.
O avanço exponencial da inteligência artificial (IA) generativa transformou a energia em um fator estratégico. Um único rack de servidores de IA consome até dez vezes mais eletricidade do que um rack tradicional. Diante da urgência de fontes de energia limpa e contínua, as Big Techs passaram a adotar a energia nuclear como pilar estratégico.
Essas gigantes da tecnologia estão fechando acordos bilionários para revitalizar usinas antigas ou financiar novos tipos de reatores nucleares, pois, atualmente, essas empresas consomem cerca de 5% de toda a energia dos EUA e, até 2036, podem ultrapassar 20% de toda a energia consumida no país. Isso equivale a mais do que toda a energia gasta na América Latina.
Por essas razões, ouvimos os 33 minutos do discurso proferido na Assembleia Geral da ONU, onde o presidente americano Donald Trump adotou um tom bastante agressivo em relação ao Irã, afirmando que enfrenta uma escolha entre fechar um acordo ou aniquilar o país. Ele garantiu que nunca permitirá que o Irã obtenha uma arma nuclear e destacou que a decisão entre negociar ou destruir a República Islâmica está nas mãos dele. Ainda, reforçou o fortalecimento militar dos Estados Unidos e o uso da força para consolidar a nação como a mais poderosa do mundo. Além disso, rebateu boatos sobre escassez de munições nos EUA, afirmando que o país possui estoques massivos e está construindo 18 novas fábricas de armamentos.
As ações de Washington na Venezuela também demonstram que os EUA “não permitirão mais ameaças à América para ganhar apoio em qualquer parte do Hemisfério Ocidental”, disse ele, acrescentando que, se necessário, seu país usará seu “poder militar incomparável” para garantir seus interesses nacionais vitais. Aqui, sem nomear explicitamente o Brasil, ele coloca o país em um túnel escuro, que poderá ser forçado a se submeter às Forças Americanas.
E mais: Trump assinou, no dia seguinte ao seu discurso na ONU, um acordo com a Dinamarca e a Groenlândia, que “iniciará imediatamente o desenvolvimento de uma grande presença militar” em locais estratégicos, incluindo a construção de “duas bases militares importantes”. Isso pode deixar a Groenlândia mais próxima de se tornar um estado adicional dos EUA, sendo mais uma batida na “asa da borboleta” para continuar a “Teoria do Caos”.
Ao citar os cartéis, Trump os chamou de “Estado Islâmico do Hemisfério Ocidental”. “Eles são inimigos em guerra com a civilização. Utilizam assassinato, estupro, tortura e extorsão como instrumentos de terror”, e afirmou que irá “aniquilar” os países islâmicos.
Líderes de empresas de inteligência artificial se reuniram ontem (23/09/2026) no Conselho de Segurança da ONU para alertar sobre os riscos de segurança global e a autonomia de sistemas avançados. Durante está sessão do conselho , líderes de empresas de inteligência artificial participaram de uma reunião para discutir estes riscos. Sam Altman, CEO da OpenAI, defendeu que as decisões cruciais sobre a tecnologia não devem ficar restritas a laboratórios privados em São Francisco, exigindo processos democráticos e cooperação internacional. Estiveram presentes também Dario Amodei, CEO da Anthropic; Clément Delangue, cofundador da Hugging Face; Yoshua Bengio, copresidente do Painel Científico Internacional Independente sobre IA da ONU. A reunião foi presidida pelo ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot. Durante os debates, muitos alertas foram feitos sobre os riscos das IAs para a segurança do planeta.
A automação do mundo é o destino que a IA aponta para o ser humano, que perderá empregos à medida que a tecnologia aumenta o lucro das grandes corporações. A vida humana tende a se transformar em um algoritmo, perdendo sua essência, enquanto o CAOS científico, com seu efeito borboleta, ameaçará a própria humanidade — uma essência que as IAs nunca poderão reproduzir.
Por Gazeta de Novo – Guilhobel A. Camargo


