O Gambito dos que dizem ser países: EUA e Israel “são firmas dirigidas por um CEO”

Em aberturas do jogo de xadrez, o jogador sacrifica uma peça para tirar vantagem, governantes sacrificam os próprios súditos e inocentes no território inimigo, para ganhar mais poder.

O termo gambito é o estratagema no jogo de xadrez, que consiste no objetivo de “impressionar” para derrotar o adversário. É uma manobra de abertura em que se oferece um peão para adquirir vantagem de posição, para romper a posição central do adversário e organizar um ataque mais rápido e eficiente.

Ao longo da história, o ser humano tem feito este jogo para ganhar poder, dominando um território onde nasceu ou vive, ou ainda um território alheio, dando início a uma guerra com um “grande gambito”, onde milhares de pessoas da sua própria nação ou inocentes de outras são mortas.

O segredo está em fazer com que terceiros acreditem que estejam iniciando as ações por seus próprios meios e interesses.
O governante usa e estimula um desejo do seu futuro adversário, sem ele saber que está sendo usado.
Também o que foi usado pode ser um próprio aliado que será eliminado para o fim do seu propósito, como no gambito do jogo de xadrez.

No jogo de xadrez, os gambitos são: Gambito do rei aceito; Gambito do rei (no Brasil chamado de Gambito da Dama); Gambito Réti; e Abertura Réti e Gambito Rousseau.

Nos “Gambitos Humanos”, diferente dos gambitos do xadrez, que caracterizam-se pela oferta de material, nos “gambitos humanos”, são usados os sacrifícios de pessoas, quase sempre crianças, mulheres e idosos, para atingir com conduta genocida seus objetivos financeiros.

Assim, temos vários exemplos na história da humanidade que começarei a explanar com duas guerras que estão acontecendo neste exato momento: Israel X Palestina e Rússia X Ucrânia.

Nestas duas guerras, existe “um sujeito” que está “semioculto” e ele é os Estados Unidos, que, estando parcialmente escondido, aproveita tudo o que uma guerra pode dar em resultados financeiros.

Os EUA usam os bancos, que agem como um Ministério da Economia, para financiar os países que eles próprios colocaram em guerra, vendendo ou intermediando produtos. Com fábricas de armas instaladas em territórios que roubaram de indígenas ou de mexicanos vendem, desde a caixa de balas até mísseis, tanques, aviões e porta-aviões. O esquema dos combustíveis tem o apoio dos petrodólares e dos alimentos com o seu agronegócio sendo o maior produtor do mundo.

A lição e o domínio, para os EUA, vem do grupo Rockefeller (EUA) e dos Rothschild (na Europa) em séculos passados, que agora em 2012 começaram outra nova aliança entre as duas famílias criando o RIT Capital Partners.

Lembrando a história com o Rothschild, que começou no século XIX chamado rabino Mayer Amschel, que em vez de dirigir uma sinagoga, fundou a dinastia mais famosa do mundo e mudou seu sobrenome para Rothschild: “a família Rothschild”, a partir de uma joalheria em Frankfurt, na Alemanha.

Mayer construiu uma casa de finanças e espalhou seu império por instalar cada um de seus cinco filhos nos principais centros financeiros europeus, para conduzir seus negócios. Na Europa, estimulavam guerras para financiar os estados envolvidos e ficavam no controle do começo e dos destinos das guerras.
Os Rothschilds se associaram com a agência de notícias Reuters, fundada pelo alemão Paul Julius Reuter – um pioneiro que de serviços de pombo correio , evoluiu para serviços telegráficos na Alemanha. De ascendência judaica, os Rothschilds – que mais tarde, em Londres, passaram a transmitir informações do mercado de ações com seu sócio Reuters da mesma ascendência . Ficaram “trilhardários”.

Até o Brasil já sofreu com a Grã-Bretanha, que começou roubando nossa ilha de Trindade, um episódio ocorrido entre janeiro de 1895 e que durou até agosto de 1896. Foi um momento difícil com a Grã-Bretanha, querendo afirmação de seu poderio, decorrente de sua política externa imperialista, por conseguinte de caráter anexionista, com presença significativa no Atlântico; por fim, para Portugal, foi uma forma de se reaproximar do Brasil, após o rompimento de relações na época da Revolta da Armada (1894).

A ilha da Trindade distancia-se cerca de 1.140 quilômetros, possuindo uma área em torno de 8,2 quilômetros quadrados. De origem vulcânica, com desembarque difícil, em virtude da agitação permanente do mar. É considerado o ponto mais a leste do território brasileiro, e poucos brasileiros sabem que possuímos por ficar além das 200 milhas marítimas de nosso território.

Em 1700 o Edmond Halley tomou posse dela para a Inglaterra, Em 1724, o vice-rei do Brasil, Vasco César de Meneses, tentou sem êxito fortificá-la. Em 1781, a Inglaterra novamente a ocupou, ao estabelecer um entreposto com vistas a reforçar seu comércio com a América do Sul. No final de 1782, após reclamações de Portugal, a ilha foi desocupada. No entanto 114 anos depois, para passar cabos submarinos para a agência telegráfica Reuter-Havas, mais uma vez foi ocupada pela Inglaterra.
Após intensa batalha diplomática contra o Reino Unido, entre 1896 e 1897, onde o Diplomata Rui Barbosa se destacou e que recebeu o título de “Águia de Haia”- devido a sua atuação na Corte Internacional de Haia na Holanda, – na qual defendeu a posse da Ilha da Trindade, para o Brasil.

Quem é que pode com uma associação entre o banqueiro mais forte do mundo e a maior agência de notícias do mundo?
Com esta associação armas e alimentos, tecidos produzidos pelos Rothschild, eram comprados por países usando o banco dos Rothschild – que ao cortar o financiamento de um país eles determinavam quem iria ganhar a guerra ou perder, – como foi o caso de Napoleão Bonaparte que abdicou, rendeu-se aos britânicos e foi exilado na ilha, onde morreu.

Os Rockefellers, eternos parceiros dos Rothschilds, vieram mais fortes no século XX, quando na década de 30, pressionaram fortemente pela guerra contra o Japão, que eles viam como uma competição vigorosa por recursos de petróleo e borracha no Sudeste Asiático, com os filhos do Tio Sam juntos. Na Europa, especialmente na Grã-Bretanha e na França, os Morgans, que são outros banqueiros (John Pierpont Morgan, nascido em Connecticut EUA) optaram logo pela guerra com a Alemanha com suas políticas de soft money e “nacionalismo econômico”.


Então, somando banqueiros com as empresas “Cowboy” dos EUA (gente do petróleo, armas, alimentos e construtores independentes), temos a consolidação da firma denominada de “Estados Unidos da América”. Que é uma firma dirigida por um CEO, eleito com a cara de Presidente, onde só tem duas alas que chamam de partidos concorrendo, embora seja possível outros partidos que não deixem crescer e, se tivessem candidatos, não fariam nada de votos.

Chamam isso de democracia e de liberdade quando constroem muros (Em outros países ajudam a derrubar), para latinos não passarem guiados por coiotes mexicanos, cujos antepassados eram donos da metade dos EUA e tiveram suas terras roubadas.

Este EUA, que ainda manda no mundo devia ser chamado de “CIA dos Empresários da América do Norte”

Sobre as atuais guerras e seus “gambitos humanos”:

Israel X Palestina:

A Palestina, que não tem exército, nem tem estado e logo não terá nada. Logo não terá nem um metro quadrado de terra e será “zero o número de pessoas”, dado ao genocídio sionista, de um “estado filial dos EUA”, onde não tem constituição e cujo governo do “Benjamin com balas de chumbo “ finge seguir o Torá. Um governo reprovado hoje por mais de 65% do povo israelense, e pela ONU e diversos países, vive em constantes protestos contra o conflito que já assassinou mais de 34 mil pessoas só do lado palestino. A matança de 1.400 pessoas pelo Hamas, no dia 7 de outubro de 2023, que foi o novo marco sangrento deste conflito que já dura mais de 70 anos – teria sido divulgado que aconteceria, inclusive com vídeos, em que Netanyahu poderia ter determinado alguma ação preventiva, que poderia até ser o cancelamento do festival “Tribe of Nova”. Não o fez e usou seus próprios cidadãos como o jogo de xadrez sacrifica seus peões. Com a manchete deste texto torno a falar do GAMBITO, para reforçar a tese do jogo sujo de usar o outro lado, para começar o que daria o motivo para contra atacar – até liquidar com os Palestinos – e ficarem com tudo. (Após o próximo capítulo Rússia X Ucrânia, voltarei a tratar deste, sobre as verdadeiras razões do ataque de Israel que não tem nada a ver com religião).


Rússia X Ucrânia.

A Ucrânia fazia parte da antiga União Soviética e Kiev já foi sua capital, defendendo assim seu interesse histórico na região, tenta retomar através deste conflito o seu legado em terras que grande parte da população fala o idioma russo e tem parentes lá. Além disso, a Rússia se opõe à expansão da OTAN, estimulada pelos EUA e Inglaterra, para países vizinhos, alegando que isso representa uma ameaça à sua segurança, quando até laboratórios que produzem armas biológicas já foram implantados.

Com a expansão continuada da Otan para o Leste Europeu em vários países como a Lituânia, Estônia e Polônia, o Ocidente descumpriu a promessa feita após o fim da Guerra Fria (1947-1989) de que a OTAN não iria se expandir para o Leste Europeu. A Otan se aproxima cada vez mais da fronteira da Rússia, o que é inaceitável para o presidente Putin e para algumas partes da liderança política russa. Atualmente, a Otan conta com 30 países membros, quando da promessa da não expansão tinha apenas 12 países. E ainda tem os gasodutos e oleodutos da Rússia em território da Ucrânia, que Volodymyr Zelensky quer se apropriar, visando garantir sua segurança energética. Além disso, os interesses comerciais dos EUA na região também são considerados relevantes, o que contribui para a tensão entre os países.

Assim, o que fez o Tio Sam, veio com o “Gambito humano” e tem investido pesado com bilhões e equipamentos para a Ucrânia enfrentar a Rússia; milhares de ucranianos já foram sacrificados.
O que temos então: os EUA jogando com as peças brancas, entregam um peão – a Ucrânia – para ser comido pelos Russos, jogando com as peças pretas e que têm tudo para ganhar esta partida, em razão de terem um poderio bélico muito maior que a Ucrânia e muito mais grandes mestres do jogo de xadrez.

As verdadeiras razões dos governantes sionistas de Israel, em roubar terras e matar palestinos.

Ao ler o que segue, certamente compreenderão que foram enganados pela mídia controlada pelo sionismo e pelo Tio Sam, que é o pai desta guerra e a mãe, a dona senhora e velha Inglaterra.

Os motivos do massacre sionista contra civis palestinos, sejam crianças, mulheres, idosos ou outros, o objetivo é tomar tudo e matar todos, veja porque:

1 – Construir o Canal Ben Gurion:


O projeto do Canal Ben Gurion foi originalmente proposto na década de 1960 como uma alternativa ao Canal de Suez. O Canal do Suez, desde a sua inauguração em 1868, já passou por várias crises de acesso para os navios. Foram vários os períodos de fechamento por países diversos. Já foi propriedade franco-britânica, também só do Reino Unido até chegar a ser só do Egito. O Egito bloqueou o acesso dos navios israelitas ao canal entre 1948 e 1950, logo nos dois primeiros anos do nascimento do estado de Israel. O maior delas foi um fechamento de oito anos (1967-1985) a partir da Guerra dos Seis Dias, travada entre Israel e uma coalizão de estados árabes, principalmente Egito, Síria e Jordânia. Quando as rotas comerciais terrestres foram bloqueadas pelos estados árabes, a capacidade de Israel de negociar com a África Oriental e a Ásia, até para importar petróleo do Golfo Pérsico, também foi severamente prejudicada. O Egito arrecada por ano mais de US$9 bilhões de dólares com a cobrança de pedágios, estacionamento e outras taxas de trânsito. A quantidade de navios que passaram pelo Suez em 2021 foi de 20.649, e é óbvio que a força de Israel, somada com EUA e todos os países da Europa para terem essa outra opção já faz sentido entender porque os capitalistas, que são os donos do mundo, também têm interesses de retirar os palestinos da frente de seus ganhos financeiros.

Até a China, Japão, Cingapura e outros países da Ásia também ficariam mais tranquilos com um Canal alternativo. Foi escolhido o nome de David Ben-Gurion (1886–1973) porque ele foi um proeminente líder sionista da Polônia, conhecido como o pai fundador de Israel. Por óbvio o Egito está em um grande “pacal” que causaria uma grande ameaça financeira esse outro canal.
Então caro leitor desta minha opinião, como fica o seu sentimento, em ver que este genocídio é por dinheiro, matando milhares de pessoas, a maioria crianças que nem comida tem para matar a fome enquanto os magnatas comem e bebem o que há de melhor?

2 – Israel explorar petróleo e gás em território palestino:


Israel há muito tempo assumiu o controle do campo de petróleo e de gás natural de Meged, localizado dentro da Cisjordânia ocupada. Israel engana o mundo afirmando que o campo fica a oeste da linha de armistício de 1948 (divisa com Gaza veja foto). Mas ocorre que a maior parte do reservatório está situada sob o território palestino ocupado desde 1967, na Guerra dos Seis Dias, ou seja, está dentro do território da Palestina que Israel já roubou e não quer devolver. A propósito, a ONU estima que os territórios palestinos possuem reservas com cerca de 122 trilhões de pés cúbicos de gás natural e 1,7 bilhão de barris de petróleo. Lendo mais esta o meu caro leitor perceberá que falar em Canaã, a terra prometida por Deus para o sionismo roubar as terras da Palestina não cabe o argumento da religião.


3 – Israel construir oleodutos e gasodutos passando por territórios palestinos:

Colocar oleodutos e gasodutos entre Israel e Europa em virtude da Guerra Ucrânia ter colapsado os que mantêm em territórios da Ucrânia que estão interrompidos com a guerra. O transporte e venda de produtos por esses meios renderá bilhões a Israel, a Netanyahu, que não é anjo, é sim o próprio diabo a serviço da extrema direita sionista. Não é por menos que os EUA já mandou US$14 bilhões de dólares para Israel, que não é um investimento em defesa de uma religião, mas sim em um negócio de sua filial chamada Israel que faz a guerra dos EUA por procuração.

Enfim as duas guerras se entrelaçam com seus “próprios gambitos” e um jogador semioculto, aquela firma “CIA dos Empresários da América do Norte” aproveitando para ficar mais poderosa e rica.

Roubar terras, matando o dono das terras, a mulher do dono e os filhos, não sobrará ninguém para reclamar.

E se o ladrão juntar uma religião que tem no seu livro que aquela terra – é o Canaã a terra prometida por Deus – e mostrar um mapa onde aquela terra está dentro da Canaã, quem irá reclamar?


Por Guilhobel A. Camargo – Gazeta de Novo

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Uma resposta

  1. Uma aula de história com todos os detalhes, mostrando os interessados nos desfechos sangrentos das guerras para aumentarem suas riquezas! Parabéns pelo seu conhecimento de mundo e pelas verdades apresentadas em seu artigo!!!

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