Não abismem, sobre o que disse Macron e o que respondeu Putin , é da índole humana

Tem sido assim: desde quando descemos das árvores, nos tornamos erectus há 1,9 milhões de anos atrás.

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Nos tornamos homo erectus, ao perceber que levantar os braços para colher frutas, ficaríamos só com os pés na terra.
Com essa postura liberamos às mãos da terra também para dominar um novo território. Com as mãos livres, no ar passamos a matar as criaturas que nos serviriam de alimento com mais eficiência, pois elas não estavam mais segurando nos galhos das arvores.

Com os pés no chão fundamos comunidades e começamos plantar alimentos. As comunidades se transformaram em cidades, províncias, estados e, por fim, países e organizações de governo global como a ONU.

Enquanto a ONU hoje, se desmorona com seus erros incentivando o crescimento de outras sub divisões como a OTAN, BRICs+ e outras, nos preparamos para invadir Marte. Tomar o planeta Marte, que é o nome do Deus da guerra, na mitologia romana e grega, para ser a ponte de outras conquistas humanas além da terra

Quando hoje, 81% dos habitantes da Terra, cerca de 6,4 bilhões de pessoas, ainda acreditam que um Deus existe, mostram um delírio coletivo que paira sobre a Terra mesmo que a ciência explique muitas dúvidas do passado.

Depois de 4,5 bilhões de anos do surgimento da Terra, chegamos em um ano, há 3 mil anos passados, que o próprio homem, por não entender as forças da natureza disse:

“Que haja um deus.”

Com este pensamento criaram as normas que mais tarde chamaram de religiões.

Dentro das religiões – antes apenas normas – por não saberem a origem de nada e poderem dominar os demais, disseram aos ignorantes que deuses criaram tudo.

Chegaram a acreditar em mais de 50.000 deuses, até que entenderam que, com tantos deuses teriam que haver muitas versões da criação do universo com o politeísmo.

Então Akhenaton em 1334 a.C., faraó rei e reformador religioso, em um curto período da história do Egito conseguiu extirpar o politeísmo e nos levou para o monoteísmo, com o culto do Deus Aton

Assim, um só Deus passou a ser o criador do universo, ele era o deus do “Sol nascente, do Egito”, era Hórus.

Um século depois esse Deus, apenas Deus, sem o Sol de referência – começou a se desenvolver no “Antigo Testamento”, de modo escrito usando pergaminhos a partir de1220a.C, com o povo judeu, depois do êxodo do Egito.

Os sábios judeus, trouxeram do Egito a memória do deus Sol e criaram a sua versão, – para o seu novo Deus – com a luz do sol sendo a luz dos céus de um paraíso e a escuridão das noites se transformando nas trevas de um inferno.

Dentro do livro de Gênesis, – os religiosos criaram fábulas para dominar os homens. Nasce então uma com uma versão infantil da criação do planeta terra como o centro do universo. A criação da luz, criação do Sol que girava em torno da terra para iluminar o dia e a Lua para iluminar a noite, e esse deus cria as criaturas.

Quando nas religiões dizem “Não Matarás”, nem sempre os homens obedecem, pois, segundo as religiões, foi Deus quem ensinou a matar. Fazendo com que matemos também outras criaturas para o corpo sobreviver e se alimentar da carne, é isso não é pecado, simplesmente é para sobreviver o corpo até que a alma chega ao paraíso.

Está terra ficou podre e as religiões ajudaram fazendo as guerras. No Brasil, as religiões sempre apoiaram os golpes e também as tentativas de golpes dos militares para derrubar a democracia.

A história dos homens é sempre ligada as mortes, mortes para comer a carne, e mortes provocadas por guerras.
Mortes para proteger um território, mortes para homens permanecerem no poder, mortes para tomar riquezas.

Esta Terra parece buscar a sua morte.

Somos um perigo para os outros planetas, para outras galáxias, para o universo. Devemos ser contidos aqui mesmo, já fomos longe demais chegando até Lua.

Quando Hitler foi responsável pela morte de 6 milhões de pessoas na guerra e pelo sofrimento de tantos outros milhões, incluindo a morte de 27 milhões de russos, dentro dos 70 milhões que morreram na Segunda Guerra, …

… alguém reconhece a antiga URSS, a Rússia de hoje, por tentar nos proteger?

Não, não reconhecem, não agradecemos, e agora os países do Ocidente, a medida que avançam – com países filiados a OTAN – sobre as fronteiras russas veem a Rússia como uma ameaça.

Quando o Hamas matou covardemente 1.400 pessoas e Israel para vingar as mortes já matou 30.000, – sendo 25 mil crianças e mulheres, – o mundo se choca, más só olha e a ONU faz de conta que chama a atenção de Israel!

Com comportamento hipócrita o mundo está chocado com o que Putin respondeu, ao que disse Macron, que: usará de armas nucleares que será destruição da civilização.

Como reagiu Putin ao que Macron disse, sobre o envio de tropas para a Ucrânia?

Disse Macron sobre envio de tropas à Ucrânia:

“não se pode descartar o envio de forças terrestres ocidentais para o país”

Putin respondeu:

“O Ocidente deve perceber que também tenho armas que podem atingir alvos em seus territórios. Tudo isso ameaça um conflito com o uso de armas nucleares e a destruição da civilização. Eles não entendem?”

“Esqueçam a Terra!”

“Não há nada de bom lá”

Foi o que escreveu Stefan Wu., em “o Império dos Mutantes” na publicação em português no ano de 1966.

Hoje eu digo:

falamos muito em “ser humano”, em “humanidade”, mas o que é humanidade?

Humanidade é:

Sentimento de bondade e compaixão; bondade, benevolência, benignidade, magnanimidade, compaixão, pena, piedade, dó, misericórdia, clemência, caridade, compadecimento, enternecimento, beneficência, generosidade, sensibilidade, compreensão, brandura, coração, mansidão.

O “ser humano” está mais para “ser desumano”, por isso a Terra está se tornando maldita.

Estamos evoluindo para um final apocalíptico, para o bem do universo

Por Guilhobel A. Camargo – Gazeta de Novo

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2 respostas

  1. Valeu Guilhobel! Parabéns pelo vosso comentário!
    Como dizemos lá inTararé, vamos prá frente que atrás vem gente! , ou em São Paulo nos anos 1960, ” o mundo gira e a Lusitana roda” *
    *: Lusitana era uma empresa de transportes muito famosa na época!
    Abraços do Paper/La Pastina.

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