EUA não é um país, “é uma firma multinacional”

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Os Estados Unidos foram concebidos pelo Reino Unido após a invasão de terras indígenas, resultando na criação das treze colônias em áreas roubadas. Veja o que disse o Chefe Pontiac, nascido entre 1712 e 1725.

“Eles chegaram com uma Bíblia e sua religião, roubaram nossa terra, esmagaram nosso espírito… e agora nos dizem que devemos ser gratos ao ‘Senhor’ por sermos salvos”

Esse foi o início da filial inglesa na América do Norte, após a mal sucedida tentativa inglesa liderada pelo corsário Sir Walter Raleigh. Em seguida, os ingleses estabeleceram a London Company na Virgínia em 1607, sendo a primeira das treze colônias.

Elas se desenvolveram autonomamente, divididas entre as Colônias do Norte e as Colônias do Sul pela matriz em Londres. As divergências persistiram durante todo o século XVIII, até que a matriz finalmente cedeu e reconheceu a independência da filial.

O processo foi marcado por conflitos internos entre americanos e ingleses, tanto na matriz quanto nas colônias, por várias questões entre elas a de cobrança excessiva de impostos para mandar a casa matriz em Londres. Ter que sustentar o exército inglês, mantido na América e boicote na compra de produtos da casa matriz, que concorriam com os produzidos nas colônias.

O General George Washington, que nascido Westmoreland County – que era maçom – se aposentou em 1758, do exército inglês, para quem havia jurado lealdade, liderando o processo da “Revolução Americana”, acontecimento que consolidou a independência da filial inglesa.

Reconhecida a independência em 4 de julho 1776 (mesma data – 4 de julho – que faleceu Thomas Jefferson – que era maçom – em 1826, que foi o terceiro presidente e um dos pais fundadores da filial que virou “nação”, na verdade uma firma )
O Estados Unidos continuaram fornecendo cannabis, para a Europa, cujos principais produtores eram o próprio Gal. George Washington e Thomas Jefferson em suas fazendas na Virgínia.

Outros políticos, como James Madison, Benjamin Franklin, Henry Clay, e pequenos produtores, contribuíram para esse comércio, vendendo gado, peixe, madeira e outros produtos para a antiga matriz. Essa relação comercial formou um triângulo entre América, Europa e Norte da África, incluindo produtos como cana de açúcar, rum e melaço, obtidos na América Central.

Durante a presidência de Thomas Jefferson, em 1803, a firma EUA & Cia, adotou um plano de expansão de suas propriedades denominado “Marcha para o Oeste”.

Esse plano consistia em duas abordagens: compra ou guerra, visando a aquisição de terras por meio de roubo ou pagamento de preços baixos.

Inicialmente, compraram os territórios da Nova França (Luísiana) da França por US$15 milhões, que também foram pilhados dos índios. São os atuais estados que correspondem a 23% dos EUA, com quase todos os nomes indígenas, são Luísiana, Arkansas, Missouri, Iowa, Minnesota, Dakota do Norte, Dakota do Sul, Nebraska, Novo México, parte do Texas, Oklahoma, Kansas, Montana, Wyoming e Colorado.

Por meio de “diplomacia e compra”, eles adquiriram, após a formação das treze colônias em territórios roubados dos indígenas, a Luísiana (1803), a Flórida (comprada da Espanha por US$5 milhões em 1819) e o Alasca (comprado da Rússia por US$7,2 milhões em 1867).

As demais aquisições que expandiram as propriedades da firma EUA & Cia até o Pacífico, principalmente em detrimento do México, tomando as áreas, roubando áreas, pagando valor irrisório para algumas, são onde hoje estão os estados do Texas, Novo México, Arizona, Califórnia, Nevada, Utah, Idaho, metade do Colorado, Washington e Oregon.

A “Doutrina Monroe” foi criada há 200 anos passados, para dominar a grande ilha formada pelas três Américas, estendendo-se desse enorme território, que até hoje é “o primeiro e o último refúgio da grande firma”, para dominar o restante do mundo.

Nesta nova fase, criaram um CEO fantasia, o Tio Sam, elegendo também um CEO legítimo, que é o presidente da firma EUA.

A firma EUA, “só para inglês ver”, expressão originada no Brasil no tempo do Império, que continuou sua busca insaciável por expansão e acumulação de riqueza no século XX, buscando outras grandes ilhas para impor seu domínio, terceirizando prejuízos, incluído vidas de outras nações, mas retendo lucros para os cofres do Tesouro da firma EUA & Cia.

Utilizando ferramentas típicas de uma firma econômica, como bancos, a moeda petrodólar, serviços de inteligência (CIA) para minar e corromper políticos, militares, igreja e grandes empresários, e capturando mentes brilhantes.

A política de crescimento a partir do século XX, vigente até hoje, teve início com a adoção da “Teoria da Geoestratégia” em 1904, a “Heartland” , pronunciada pelo geólogo inglês Halford J. Mackinder.

A estratégia “Heartland” foi desenvolvida, indicando que o controle dos mares já não representava a chave do poderio das nações marítimas. Essa estratégia foi observada mais intensamente após eventos como a Segunda Guerra Mundial, a depressão econômica da década de 30, com a criação da ONU, a Guerra do Vietnã, a criação do petrodólar, a queda do muro de Berlim, o desmantelamento da URSS, a ampliação dos países participantes da OTAN e eventos mais recentes do século XXI.

Esses eventos, desde o 11 de setembro até as atuais questões geopolíticas envolvendo Afeganistão, Iraque, Líbia, Líbano, Irã, Ucrânia, Israel e Palestina, têm sido destaque na mídia.

Em todas as guerras, a grande firma EUA & Cia, sob o símbolo do CEO fantasiado de “Tio Sam”, fornece armas, combustíveis e dinheiro, endividando os países que são capturados por grandes bancos e corporações, todos coniventes com essa situação que os EUA colocam na mira.

Os eventos que começam hoje, 19/01/2024, com a OTAN gerenciando, – para a firma EUA não aparecer liderando, e assim não levar o primeiro míssil nuclear de longa distância em cima das terras roubadas – vai mobilizar o maior exercício militar desde a Guerra Fria:

50 navios, de porta-aviões a destróieres;
mais de 80 caças, helicópteros e drones;
1.100 veículos de combate, incluindo tanques;
90.000 mil soldados.
Fazendo deslocamentos na Polônia, na Ucrânia e em países que fazem, fronteiras com a Rússia, como a Noruega, Letônia e Lituânia.

Acredito que já estamos dentro do que será a “Terceira Grande Guerra”, que o homem – só saberá o que aconteceu daqui a milhares de anos – quando nascer outra civilização no planeta porque essa já era, somos hoje os dinossauros a serem varridos de cima do planeta.

Por Guilhobel A. Camargo – Gazeta de Novo

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3 respostas

    1. FLAVIO VEIGA SAID ABOUT MY OPINION: “Nonsense. Only someone who did not live there can reach such a distorted conclusion.”

      WELL: One night, Mangas was tortured, shot, and killed while “trying to escape.” The next day, American soldiers cut off his head, cooked it, and sent the skull to Orson Squire Fowler, a phrenologist from New York (A phrenological analysis of the skull and a diagram of it appear in Fowler’s book “Human Science: or…”, from 1873). The mutilation of Mangas’ body only increased the hostility between the Apaches and the United States, with the war continuing for almost a quarter of a century. You, who lived there, do not know who Mangas is. I will tell you who he is WITHOUT EVER HAVING BEEN THERE, where you must have spent about 10 years studying when you were around 23 or 24 years old. • Mangas is Mangas Coloradas, the Apache chief of the state of Oklahoma – the word “okla humma” comes from the Choctaw language and means “red people” – which has the second-largest indigenous population in the USA. It only loses to California. It has the Apaches, Miami (tribe), Cherokee Nation, and Sauks. The Spaniards arrived in Oklahoma, which is a little over 181 thousand square kilometers. The main sources of income in Oklahoma are mining, agriculture, and manufacturing. The state is the third-largest producer of natural gas in the United States and the fourth-largest producer of wheat, beef, and dairy in the country. But in the case of this territory of Oklahoma, which is also part of my opinion, I add the following: The Spaniards killed and stole the lands of the indigenous people; then the Mexicans came and stole the lands of the Spaniards, also killing indigenous people. Then came the Yankees from the 13 colonies and Europeans who were imported to occupy territories, and the Apaches to avenge the Mexicans – initially, they helped and soon after were betrayed – and they were at war with the nephews of Uncle Sam for more than 2/4 of a century. According to your way of understanding: books do not tell us anything -(but everything I have written I took from books I read or am reading) – you have to step on the sidewalk of a US city to understand those people. What reach of history would you have if you kept going around a block or two or more in a city living there in the USA? Moving to another and another city around the years 1930 or 1940 or 50. You could know what Nelson Rockefeller was doing in the Amazon, with evangelical pastors. The pastors helped him, Nelson, deceive the people without culture and comfort who lived in the region – stealing at a low price the product of rubber trees, latex, to make tires in the USA. No, you wouldn’t know. You would be in NY or in Detroit inside the factory of the Detroit Automobile Company, founded over 100 years ago, and which in the middle of the last century needed tires made with Amazon latex, and you would not know anything about what was happening here. You, who are religious, should read the book “Thy Will Be Done,” the conquest of the Amazon by Nelson Rockefeller and evangelism in the age of oil (authors Gerald Colby with Charlotte Dennet). Now comes the part you like: his father was John Davison Rockefeller Jr, considered the richest businessman of all time, was very connected to the Baptist Church on Park Avenue (now the Central Presbyterian Church), a unit under his command, on West 55th Street. He who directed Standard Oil, the family company, and also U.S. Steel. A millionaire who led a church bribed two prominent congressmen, because of various frauds, and was forced to resign from both his companies. But nobody knew anything because he owned both firms. He resigned and let his son Nelson take over, so his illegalities were in the individual, not in the legal entity. You yourself, being there in the church or in front of his house, would be admiring him. A great businessman and religious, just like his son Nelson, who was here stealing. And worse, with the help of the CIA. I’m telling you this because these religious people are like that, rich or poor. They learned that they can kill, steal, do anything wrong, and on Sunday they go to church, talk to the pastor or priest, confess their sins, and everything is clean, in the eyes of God. They zero out their sins, whether Lutheran or of another religious denomination. And on Monday, they can start everything again, commit new crimes. By the way, regarding the religions of Oklahoma, the breakdown is as follows: Christianity – 85% – Protestants – 77% – Methodist Church – 32% – Baptist Church – 12% – Lutheran Church – 4% – Pentecostal Church – 4% – Presbyterian Church – 3% – Other Protestant affiliations – 26 – Roman Catholic Church – 7% – Other Christian affiliations – 1% – Other religions – 1% – Non-religious – 14% But you must be thinking now: “Guilhobel doesn’t know anything, writes nonsense, he didn’t live there like I did. He doesn’t know about the patriotism of those people. Guilhobel doesn’t know that if The Star-Spangled Banner plays, an American, WHEREVER THEY ARE, on the street, on the sidewalk, out of respect for the anthem. That anthem that talks about God, wars, and the triumph of the country. But I know, and I also know why they act like that. I know because I read, research, and analyze. And I find this Yankee patriotism disgusting, stimulated, and obeyed by a people led (if interested, see what I wrote about patriotism on my site, under research – right at the beginning and write: patriotism). Another thing: in the USA, of the 331 million inhabitants, 1 million knows things and controls the other 330 million, who are mostly lambs of Uncle Sam. Most Americans still think that the capital of Brazil is Buenos Aires, but the CIA knows well who we are, and from time to time, they buy one of us to defend the interests of the firm USA & Co. I am like this, I am an atheist, and I discuss the Bible with you, as I discuss the Torah, which is the 5 books of the Tanakh, with a Jew, as I discuss the 114 suras of the Quran with a Muslim. I don’t know the USA, I won’t go there even if they pay me, and I discuss with you and other Yankees or admirers of Yankees the history of the USA. In short, to know the history of a country, you don’t have to enter the country, enter the cities, enter the houses of the people of the country, YOU HAVE TO ENTER INSIDE A BOOK, TWO BOOKS, THREE BOOKS, OR MANY MORE BOOKS. Turning to the USA & Co: a large part of the facts that I relate in the opinion, which you say is just nonsense, and that culminates in the dominance of land from the Atlantic to the Pacific, you were not there, because if you lived there, in that period, you would now be over 250 years old to witness part of what I wrote. So, it was useless for you to live there in the 60s/70s. And what happened afterward, from the 20th century onwards, did not happen on Yankee soil, but outside North America, so within your vision of being present on-site, you would have to be in Mexico, in South America, in Europe, in Eurasia, etc., to be present where the facts are happening. Don’t say that I write nonsense, argue and show paragraph by paragraph where my nonsense is. Where is the most distorted conclusion? Since all you did was attack me. And if I said: You are arrogant, pretending to be cultured, who believes in a ghost that created you. And that you choose a genocidal candidate and that you only write nonsense. And that you commented in English just to value your comment. Even without thinking, the reader receives the information – he must know more because he writes in English, and Guilhobel wrote in Portuguese when it comes to Yankee matters that speak English. I won’t repeat or bring new arguments about my statement that the USA is a firm, not a country. Even if you still think I said nonsense. And I won’t say here that your religion and belief in a God are nonsense, even knowing and believing that it is nonsense, especially in the mind of someone who studied physics and now sells books to guide sellers.

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