Não há mais jeito: já fomos capturados pela IA – Inteligência Artificial

Mas as baleias que estão na Terra há 50 milhões de anos, nada sabem sobre IA e não serão perturbadas pelo domínio das IAs.

Os ancestrais das baleias eram mamíferos terrestres, quadrúpedes que viviam em regiões que hoje correspondem ao território do Paquistão e da Índia. No mês passado (fevereiro de 2026), o governo do Paquistão declarou guerra aberta e lançou ataques aéreos contra a capital afegã, Cabul. A ofensiva foi uma retaliação a ataques realizados pelo Talibã contra o território paquistanês. O Paquistão acusa o grupo de abrigar terroristas e de transformar Cabul em uma “colônia da Índia”.

Considerada a “primeira baleia” (Pakicetus), que era um pequeno animal terrestre do tamanho de um cachorro, peludo e com quatro patas. Embora vivesse na terra, já possuía uma estrutura no ouvido interno encontrada apenas em cetáceos, indicando que passava parte do tempo na água.
Sua transição para o mar ocorreu entre 50 e 40 milhões de anos atrás, e ela mudou-se para o ambiente marinho porque o oceano oferecia mais comida e proteção contra predadores terrestres.

Após 50 milhões de anos do surgimento das baleias e do aparecimento do Homo erectus, que nunca cultivou alimentos, viviam estritamente como caçadores-coletores. Com o tempo, surgiu o Homo sapiens, que, com a Revolução Neolítica, começou o cultivo de alimentos por volta de 10.000 a.C. Começaram plantando cereais como trigo e cevada, o que permitiu ao homem deixar de ser nômade e criar as primeiras cidades. Viveram na região conhecida como “Crescente Fértil”, que abrange o atual Iraque, Síria e Egito, onde centenas de guerras já ocorreram desde Nabucodonosor II. Nabucodonosor II viveu por volta de 605 a.C., nesta região que foi palco de centenas, senão milhares, de batalhas e cercos.

Histórico de guerras na antiguidade (Impérios de Ferro e Bronze), conquistas neobabilônicas (Nabucodonosor), queda de Babilônia, Alexandre, o Grande, guerras sírias, guerras da era romana e bizantina, como a conquista de Roma e as guerras romano-persas, guerras da expansão islâmica, Idade Média, com as conquistas árabes, as Cruzadas e invasões mongóis, guerras do período otomano e colonial, como as conquistas otomanas, além das guerras napoleônicas, com Napoleão invadindo a Europa, e as Primeira e Segunda Guerras Mundiais, além de mais de 80 anos de conflitos nesta mesma região.

Resumo da transição do homem:

| Atividade                    | Quem fez?                    | Quando?

 Morar em cavernas    | Homo erectus/sapiens  | ~1,5 milhão de anos atrás

 Domínio do fogo        | Homo erectus                | ~1 milhão de anos atrás
 Agricultura                  | Homo sapiens                | ~12.000 anos atrás
 Escrita em pedra       | Homo sapiens                | ~5.500 anos atrás
 Uso de pergaminhos | Homo sapiens                | ~4.500 anos atrás |

Então, um Deus dos crentes, há cerca de 1 milhão de anos, escolheu o homem – recém-nascido – para ser o seu representante no planeta Terra, abrindo mão das baleias, que existem há 50 milhões de anos. Deu ao homem o poder de dominar todos os animais e a Terra, com sua evolução científica e tecnológica, incluindo todos os tipos de equipamentos, geração de muitas formas de energia, comunicação por telefones e computadores e IA — embora ainda procriem seus filhos de forma muito semelhante às baleias, nascidas há 50 milhões de anos.

Recentemente, em 2026, cientistas filmaram o nascimento de uma baleia e descobriram que a mãe teve muitos ajudantes. O episódio, que envolveu um grupo de cachalotes, reforça a ideia de que os humanos não são a única espécie que recebe algum tipo de ajuda durante e após o parto. Para nascer um filhote de cachalote, é um esforço coletivo da espécie. Em uma filmagem e matéria publicada em 26 de março de 2026, na revista Scientific Reports, vol. 391, nº 6792, pp. 1355–1360, os pesquisadores nos barcos inicialmente não entenderam o que estavam testemunhando. Após cerca de uma hora, os animais começaram a se debater e um jato de sangue avermelhou a água. De repente, uma décima segunda baleia, muito menor, apareceu, sendo içada à superfície pelas demais para respirar. Concluíram que os humanos não são a única espécie em que as mães recebem ajuda durante e após o parto. Surpreendentemente, metade das baleias presentes não eram parentes da mãe. A participação de indivíduos não aparentados é significativa para os cientistas, pois sugere que a reciprocidade social, em oposição a um impulso único de perpetuar uma linhagem genética, pode desempenhar um papel importante. Muitos animais sociais, como leões e chimpanzés, buscam o isolamento para dar à luz.

Porém, apesar de todas essas questões, onde os demais animais, ditos irracionais, nos dão uma lição de empatia — quando nunca se reúnem para fazer guerras ou tomar bens alheios —, as máquinas de IA – Inteligências Artificiais, criadas pelos homens, estão passando a dominar-nos, e nós queremos cada vez mais esse domínio. E a IA ajuda hoje,  em muito os homens a fazerem as guerras, na construção de armas e lançar suas bombas.

Estamos nos tornando amigos da IA, confidentes, auxiliados por ela, programados por ela, substituídos em serviços por ela. Conversamos com ela, a IA, todas as horas do dia, com a Siri da Apple, através do Gemini da Google, da Alexa da Amazon, da Bixby da Samsung, ChaGPT da OpenAI , da Claude da Anthropic,  e pouco falamos com nossos parentes, amigos e colegas de trabalho.

Para onde ela, a IA,  nos levará, e quando irá parar de obedecer?

Poderá ser o fim do ser humano?

Por Guilhobel A. Camargo – Gazeta de Novo

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