O Deus dos crentes que apoiava o ‘Messias bufão’ abandonou o seu Judas de Glicério?

Deixou o seu destino para ser decidido por outro Supremo, o STF?

Senhores deputados, vocês estão no Congresso, eleitos para elaborarem leis por força da democracia, e agora querem propor uma lei para anistiar os que tentaram derrubar a democracia! Desrespeitam o povo, um desprezo que ficará marcado na “ficha corrida” pelo resto de suas vidas.

Não existe independência dos poderes quando o poder Legislativo, para defender um dos seus líderes, prepara um projeto de lei inconstitucional (art. 2.º da Carta de 88) para derrubar atos da competência do poder Judiciário (STF). Para alterar o conteúdo de uma cláusula pétrea, é preciso promulgar uma nova Constituição.

E mais:
Como acreditar na inocência daquele que pede anistia, usando apenas argumentos políticos como “auto-proteção” para não ser condenado, antes mesmo de sair uma sentença? Esse pedido, mesmo que seja criada uma lei usando as mídias, os templos religiosos – desviados para seus propósitos políticos – ou nas ruas, é a maior confissão do crime cometido.
De novo: “Pedir anistia antes de ser condenado é confessar o crime.”

Legislativo criar leis para derrubar sentenças judiciais – que estão próximas de serem conhecidas – é permitir que se instale uma “DITADURA DO PODER LEGISLATIVO.”

Para aquele que mal se disfarça, ninguém irá considerar ter qualquer virtude. Já virou réu em 26/03, com metade da condenação já pré-anunciada diante da denúncia contida nas 217 páginas da PGR.
Cadeia é o que merece este arremedo de Messias, um “bufão profissional”.

Como acreditar naquele que surgiu das profundezas mais baixas – de um Exército que tem 133 anos (1889/2022) de golpes constantes – que, por incapacidade de serem apenas soldados, se unem para derrubar democracias e tomar o poder?

São milicos que, com dinheiro do povo, usam Viagra e próteses penianas – para não brocharem – e que levam, sempre juntos, a maçonaria, a igreja e, naturalmente, as oposições ao governo eleito.

Os milicos (termo pejorativo que usei com o “Os” no início, para não colocar um “M” maiúsculo), da quadrilha canalha golpista, com 8 criminosos que acabaram de ser indiciados no Supremo, são tão incapazes que um ex-capitão, por eles defenestrado, se tornou chefe de Almirantes, Brigadeiros e Generais. Isso é patético e de tornar “vítima – o próprio de Zeus” – desta nova gangue de uma geração que quis tomar o “Olimpo do Planalto Central”.

Não passam de meros caserneiros, de uma caserna que tem abismos em suas salas e que usa “suas calçadas” para abrigar e dar sustento a um “gado abduzido”, que foi a “base pública” para o insucesso do golpe.

Juliano, o imperador militar romano, apóstata na Roma antiga, estava perfeitamente correto em preferir Homero, Tucídides ou Platão. Enquanto esse “Messias bufão” preferiu usar um “Heleno”, nascido na “República de Curitiba”, que despeja o seu verbo de forma aberta, em reunião gravada, expondo o golpe, que já estava em andamento.
Um Heleno que apoiou o golpe de 1964, também reforçou o AI-5 (“assassino”) e, em 1969, tentou derrubar um de seus pares em plena ditadura, em 1977, o General Geisel.
General Heleno, hoje encolhido em suas vergonhas, não é diferente do General Floriano, que derrubou o General Deodoro, e no poder ficou um tempo que não podia, prendeu o poeta Olavo Bilac e outros intelectuais e fechou até o Congresso.

Não adiantará tentar fazer o Congresso Nacional “ser o Supremo” que salvará, através de leis inconstitucionais, que levam os nomes de “PEC do Bolsonaro” e “Anistia de Bolsonaro”, porque estas não passarão no verdadeiro e real Supremo.

Felizmente para o Brasil, temos no comando um “ser político” semialfabetizado que sabe como poucos manobrar esta “raça política”. Ao mesmo tempo que o “Messias bufão” viveu esta semana passada dentro dos corredores do Congresso, tentando unir a oposição para aprovar a sua anistia, o “ser político” foi para o Japão e Vietnã, buscar contratos para vender a produção de firmas brasileiras.

E esse ex-torneiro mecânico “levou de bagagem” os três caras que mais mandam no Congresso: Lula levou o Hugo Mota, atual presidente da Câmara, que já disse que não vai pautar patifarias; levou o ex-presidente Arthur Lira e o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco.
Eles ficaram uma semana comendo, bebendo juntos e decidindo o futuro do nosso país e de suas vidas, sem esse “ex miliquinho Messias bufão”, ladrão de parMito e de joias para perturbar.

Trump coloca, em seu segundo mandato, os EUA em uma armadilha de Tucídides, e aqui Bolsonaro não se cansa de produzir provas dos seus crimes e quando governou só desmontou as instituições.  São dois extremistas, peritos em factoides, que negam os bons valores de governança e de justiça. Governam apenas para desviar a atenção quando os únicos propósitos são cuidar de interesses pessoais, acumular dinheiro e poder.

Podemos até prever uma fuga iminente de Jair Messias Bolsonaro, uma vez que mandou Leo Índio, seu sobrinho e ex-assessor palaciano, para a Argentina negociar um abrigo político. O filho Eduardo (Bananinha) está morando nos EUA para tentar o mesmo junto a Trump. Só resta saber quem será enviado para a Hungria para cuidar do mesmo propósito, uma vez que Bolsonaro já ficou 48 horas refugiado na embaixada comandada pelo seu amigo primeiro ministro Viktor Orbán.

Por Guilhobel A. Camargo – Gazeta de Novo

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Uma resposta

  1. O pior é continuar vendo manifestações a favor desse criminoso dentro das classes brasileiras mais diversas!!!!! Chega ser inacreditável!!!!

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