Foram aproximadamente 2.000 torcedores de Cabo Verde contra 60.000 da Argentina.

Após o gol de Cuti Romero, que deu a classificação para a seleção argentina, torcedores argentinos no Hard Rock Stadium começaram a arremessar objetos contra a pequena torcida de Cabo Verde presente na arquibancada do estádio.
Nas mãos dos argentinos, haviam garrafas e copos arremessadas contra os cabo-verdenses — mas, nos corações dos argentinos, eram granadas — iguais às da guerra de 1865 ou às covardes guerras de hoje, entre Israel e EUA contra a pequena e pobre Palestina.
Eram 30 argentinos por cada 1 cabo-verdiano no campo de jogo, e a FIFA não divulga a contagem exata de ingressos por nacionalidade; a distribuição estimada nas arquibancadas refletiu o cenário — uma pequena e calorosa família de 2.000 camisas azuis — cercada por um oceano de mais de 60.000 torcedores argentinos vestidos de azul e branco, onde a falta de fair play foi a coisa mais feia desta Copa do Mundo. O total de ingressos vendidos foi de exatos 64.478 espectadores.
O que foi a Guerra da Tríplice Aliança (Total Mobilizado):
Estima-se que os aliados colocaram em campo cerca de 200.000 soldados ao longo de toda a guerra.
O Brasil foi o principal provedor de tropas, por meio do contingente dos Voluntários da Pátria e do recrutamento de escravizados negros do Brasil. Foi uma guerra comercial onde a Argentina defendeu os interesses da Inglaterra, para fornecer trilhos para estradas de ferro e ferro de pontes montadas para toda a América Latina, para o qual o Paraguaio já havia dominado as técnicas com aprendizado colhido por seus engenheiros dentro da própria Inglaterra. E aconteceram momentos de grandes ofensivas conjuntas de Argentina, Uruguaio e Brasil (nos anos de 1865/1866), quando o exército aliado ativo em solo paraguaio mantinha uma média de 50 mil homens, onde Solano López precisou recrutar idosos, feridos e, nos estágios finais e desesperados da guerra, milhares de crianças, como na Batalha de Campo Grande/Acostanhu. Hoje o atual presidente Javier Milei está no mesmo embalo do passado defendendo os interesses de empresários que atuam dentro dos EUA e orientado por agencias de inteligências Norte Americanas (CIA e FBI) contra os países do MERCONSUL , grupo que a própria Argentina faz parte. Milei foi a Whashington DC , como tem ido, Eduardo, Flavio Bolsonaro e criminoso condenado Paulo Figueiredo, oferecer soberania do país aos nortes americanos, via Trump.
Ontem, 3 de julho de 2026 após o jogo, a imprensa internacional e os analistas esportivos condenaram fortemente o comportamento de setores da torcida argentina, classificando o arremesso de objetos contra os torcedores de Cabo Verde como um “triste exemplo” que mancha a vitória e contradiz totalmente o espírito de fair play.
O lamentável episódio ocorreu durante a dramática partida realizada na noite de ontem pela Copa do Mundo. O confronto terminou com a vitória da Argentina por 3 a 2 na prorrogação.
Os grandes portais e jornais internacionais ressaltaram que a agressividade de parte da torcida sul-americana transformou um momento de celebração do futebol em um cenário hostil e perigoso para os torcedores adversários.
Veículos europeus e africanos destacaram em pequenas notas, o abismo de atitude entre a dignidade demonstrada pela seleção e torcida dos “Tubarões Azuis” — que conquistaram o coração dos neutros pelo desempenho heroico — e o vandalismo injustificável de parte dos torcedores argentinos após os gols.
Nossa imprensa brasileira, embora torcendo para Cabo Verde — como que seria melhor cruzar contra Cabo Verde do que enfrentar os campeões argentinos, se passarmos da Noruega no domingo (05/07) —, a maior parte silenciou sobre a falta de fair play.
Apenas o jornal brasileiro Correio Braziliense destacou um vídeo. da agressão e a frase mais crítica do momento:
“Argentinos arremessam objetos e ofendem cabo-verdianos que, em momento algum, incitaram qualquer confusão durante o jogo”.
Em tom de revolta com a atitude da torcida em meio à tensão do jogo, o site esportivo brasileiro BolaVip (via portal de notícias do Instagram) classificou a ação como um ataque injustificável, apontando que os argentinos passaram a “arremessar copos e garrafas em direção ao pequeno setor ocupado pela torcida de Cabo Verde” logo após o terceiro gol argentino na prorrogação.
Já a mídia internacional como a rede catari Al Jazeera também registrou o contraste entre as torcidas, mencionando a tensão em um estádio tomado por 64.478 pessoas, onde o comportamento beligerante da massa argentina ao final do jogo tentou manchar a histórica e resiliente campanha de Cabo Verde.
Os dois principais portais e jornais de Cabo Verde, como o Expresso das Ilhas e A Nação, repercutiram as denúncias de torcedores cabo-verdianos que relataram agressões e hostilidades praticadas por torcedores argentinos. O clima tenso ocorreu tanto nos arredores de Nova York e Miami quanto nas arquibancadas do Hard Rock Stadium no Texas.
– Hostilidade nas ruas dos EUA: Nos dias anteriores ao jogo, a grande concentração de torcedores argentinos em pontos como a Times Square gerou focos de confusão. Vídeos e relatos nas redes sociais mostraram intimidações contra minorias e torcedores adversários.
– Tensões dentro do estádio: Durante a partida eliminatória da Copa do Mundo, torcedores cabo-verdianos relataram terem sido cercados e agredidos verbal e fisicamente por barras-bravas e grupos argentinos em maior número nas arquibancadas. Em um dos registros mais compartilhados, um torcedor de Cabo Verde precisou brigar sozinho contra vários argentinos após provocações generalizadas.
– Alerta de segurança falho: A imprensa local criticou a falta de policiamento segregado, dado que as autoridades norte-americanas e a FIFA já estavam em alerta após mais de 50 mil argentinos sem ingresso tentarem invadir o perímetro do estádio.
Apesar do ambiente hostil fora das quatro linhas, os jornais cabo-verdianos focaram seu orgulho na histórica atuação dos “Tubarões Azuis”, que empataram duas vezes e forçaram a Argentina a uma sofrida prorrogação no placar de 3 a 2
Atitudes violentas como essa agridem diretamente os pilares do esporte moderno.
Quando torcedores recorrem à agressão física e ao arremesso de projéteis contra famílias e adeptos rivais, o brilho técnico de astros como Lionel Messi e a classificação às oitavas de final ficam em segundo plano.
O futebol deve ser uma ferramenta de integração cultural, e não um pretexto para a hostilidade geopolítica ou o desrespeito a nações estreantes que orgulharam o mundo com sua postura dentro e fora de campo.
A FIFA não permite que a imprensa televisiva divulgue estes fatos graves , como os de ontem que teve até invasão de campo durante o jogo e nenhuma imagem mostrou isto, é como a ONU com sede nos EUA, evitar em mostrar as imagem da agressão armada de Israel/EUA atacando a Palestina, mesmo que nas reuniões do Conselho de Segurança .
Por Guilhobel A. Camargo – Gazeta de Novo

